Sortes cruas, vis destinos, tristes glorias,
A meu fado sempre presentes,
Meu silencio embarcou um lenho corrompido,
Sonhei, perdi, fiquei logrando do crucifixo da esperanca,
Quis sombras, quis abracos- vida assim
-Mas, so pranto, so agonia a meu destino se liaram,
Quis primavera e a vida rustica de um mosteiro no alto mar do silencio
A vida é uma antitese ate a si propria,
A paixao é golias, tem por fora grande armadura
-por dentro so engano, so vergonha, so e so o vao.
A adolescencia é longa e eterna noite escura, perpetua
fiquei ruindo os dias nocturnos os desejos ruins,
so agora acordo ressacado, sonoento e aborrecido,
Sacudo os lencois e o novo dia.
12.03.08
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