segunda-feira, 21 de setembro de 2009

Sortes cruas, vis destinos, tristes glorias,
A meu fado sempre presentes,
Meu silencio embarcou um lenho corrompido,
Sonhei, perdi, fiquei logrando do crucifixo da esperanca,

Quis sombras, quis abracos- vida assim
-Mas, so pranto, so agonia a meu destino se liaram,
Quis primavera e a vida rustica de um mosteiro no alto mar do silencio

A vida é uma antitese ate a si propria,
A paixao é golias, tem por fora grande armadura
-por dentro so engano, so vergonha, so e so o vao.

A adolescencia é longa e eterna noite escura, perpetua
fiquei ruindo os dias nocturnos os desejos ruins,

so agora acordo ressacado, sonoento e aborrecido,
Sacudo os lencois e o novo dia.

12.03.08

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Escrava aqui o seu comentario, fale que eu te escuto!