segunda-feira, 21 de setembro de 2009

Mulher que vejo por de convergencia das minhas retinas,
Mulher que sinto no impulso e relaxe dos meus ventriculos,
Em ti sinto o milagre e as cores do ceu se ordenando,
Vejo em teu olhar palavras que nao sei decifrar,

O teu silencio adia os beijos e as noites acadenciadas,
E permanece à cela a explosao eterna de te amar,
vem depressa, tira a rustica face, tira a ti da pena,
ja pois, tarda-me o dia, o tempo que tinha de te amar.

Mulher, tu nao sabes que teu corpo me tomou, me levou
e como se tivesse partido fiquei apenas eu sem mim,
-so esta em ti a atencao e a razao de querer,
pois sei naturalmente que es tu!

Sei que levas tudo à superficie, à nada e a pouco,
mas é muito que tenho – um amor so pra ti,
uma paixao sem razoes, eu a ti, adoro-te.

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