segunda-feira, 21 de setembro de 2009

Este sonho co que aperto a esperanca em mim,
Abre-me a fresta do tempo e sinto o luar detonar-se
As horas batem com forca e agitam-se em turbilhoes,

Eu sou uma flor caida, a vida me agita e leva
mas ainda deito em meu solo os germes de outros tempos
tempos que repousam no embriao anonimo das coisas
Agora piso o temp dos outros... o meu vira!

15.05.08 (22.12)

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